A seguir alguns pontos destacados pelo grupo referente ao capítulo 2 do livro “Alfabetização”:

  • Segundo Teberosky e Colomer (2003), existem três grandes perspectivas que sustentam a alfabetização: naturalista, cognitivista e construtivista.
    • Na perspectiva naturalista, a aprendizagem da língua se dá naturalmente. O aprendiz conta com  a ajuda de outros aprendizes e de um professor, especialmente se estiver num ambiente alfabetizador, rico em materiais escritos e em atividades de leitura e escrita. A aprendizagem é vista como uma atividade social que acontece na interação com o outro. Não há preocupação em sistematização.
    • Na perspectiva cognitivista, vê-se o sistema de escrita como uma construção social, que precisa ser ensinada. Há uma preocupação com a decodificação do sistema de escrita.
    • A perspectiva construtivista considera a linguagem escrita como um instrumento de comunicação que possui uma função, por isso é tratada como uma construção social, mas que possui especificidades a serem aprendidas. Tem como objetivo permitir que o aprendiz explore o mundo do texto escrito e sua compreensão.
  • A aquisição da linguagem escrita inicia-se antes que o aprendiz encontre-se diante de um programa de alfabetização.
  • A criança deve ser estimulada considerando alguns elementos:
    • Ousar, adivinhar, ler o texto que acompanha a escrita.
    • O ambiente deve possuir diferentes portadores de textos diferenciados e significativos.
    • A manipulação desse material deve ser mediada.
    • Ler e compreender são ações que devem caminhar juntas.
    • A criança deve ser estimulada a trazer o que sabe.
    • A criança deve construir o conhecimento na relação com outras crianças e com o professor.
  • “Aprende-se a ler lendo” e “aprende-se a escrever, escrevendo”.
  • “A aprendizagem modifica não somente o nosso conhecimento e o nosso agir, mas também o nosso ser.”

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